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Da palmatória ao tablet

Com curadoria de professor da Belas-Artes, exposição resgata história da escola mineira

Luana Macieira

Logo na entrada da Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional dos Educadores do Estado de Minas Gerais (Magistra), localizada no bairro Gameleira, em Belo Horizonte, o visitante depara com uma sala de aula da década de 1920, decorada com móveis e objetos originais da época e com caixas que reproduzem os sons típicos das escolas, como os barulhos do sinal e das crianças brincando no recreio.

Sala de aula típica da década de 1920: diálogo dos objetos com os visitantes
Sala de aula típica da década de 1920: diálogo dos objetos com os visitantes

O ambiente é a primeira parada de uma viagem pelo universo escolar proporcionada pela exposição A escola mineira e seu tempo, instalada na Magistra. A mostra, com curadoria do professor Evandro José Lemos da Cunha, do Departamento de Fotografia, Teatro e Cinema da Escola de Belas-Artes, reuniu parte do patrimônio de outras duas instituições: o Museu Escola Ana Maria Peixoto e o Laboratório de Ciências Leopoldo Cathoud. São cerca de seis mil peças que revelam um pouco da história da escola mineira nos últimos três séculos.

“Pensamos em uma curadoria que privilegiasse a criação de um diálogo entre os objetos do museu e os visitantes. A intenção era que a exposição emocionasse os mais velhos, cujas memórias são resgatadas ao visitar o espaço, e os mais novos, curiosos para entender como eram as escolas do passado”, explica o curador.

Outras paradas

Um dos principais ambientes da exposição reúne vários objetos que acompanham a evolução tecnológica da educação. Há desde projetores antigos, movidos a querosene, até tablets, que hoje fazem parte do universo das salas de aula. “A administração da escola também está representada por meio da reprodução de uma sala de diretoria. E criamos um local para abrigar uma coleção de globos e mapas e outro com os uniformes escolares usados no passado. Tudo isso reaviva as lembranças de quem visita a exposição”, diz Evandro Lemos.

Segundo o curador, parte da mostra privilegia o público infanto-juvenil, que, apesar de vivenciar um processo educacional diferente do que está exposto no museu, olha para o passado com muita curiosidade. “As crianças querem, por exemplo, saber mais sobre a palmatória. É um instrumento que não faz parte mais do processo educacional, mas que desperta o interesse delas. Para atender a esse público, também montamos um espaço com pufes e tapetes, onde as crianças podem ter contato com vários objetos antigos”, explica.

Parceria

O acervo de A escola mineira e seu tempo é tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais. Além da curadoria, a UFMG contribuiu com a restauração de todos os objetos. O trabalho, que foi realizado pela empresa Acervo – Projetos e Consultoria Ltda., em parceria com o Centro de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis da UFMG (Cecor), sob a coordenação da professora Bethania Reis Veloso, contou, ainda, com a participação de alunos dos cursos de restauração e de museologia da universidade. Para Evandro Lemos, a parceria potencializou a qualidade da exposição, que tem recebido grande público.

“Recebemos o apoio das professoras Nathalia Larsen e Jussara Vitória, do curso de Museologia da UFMG, alunos e profissionais da esfera privada. Isso agregou valor ao trabalho e nos permitiu organizar uma exposição que, além de narrar a história da educação em Minas, não nos deixa perder o referencial dos objetos, que mostram a evolução do processo educacional”, afirma Evandro Lemos.

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Máquina de escrever e telefone do gabinete da diretoria

Além da montagem da exposição, o grupo catalogou os objetos que não estão expostos. O Laboratório Innovatio, da Escola de Belas- Artes da UFMG, também produziu vídeos que reúnem gravações dos principais educadores e formuladores da educação mineira. “O trabalhou não acabou. A exposição foi aberta, mas ainda estamos produzindo filmes sobre o museu e sobre a Magistra, que se juntarão ao vídeo do resgate da história oral da educação mineira”, informa Evandro Lemos.

Exposição: A escola mineira e seu tempo
Local: Magistra, localizada na Avenida Amazonas, 5855, bloco B
Horário de funcionamento: a exposição está aberta de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h. A entrada é gratuita, e visitas de grupos podem ser agendadas pelo telefone (31) 3379-8593

LensCulture Retrato Awards

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Os LensCulture Retrato Awards é a segunda competição anual internacional de retratos fotográficos. A importância do retrato é evidente em todas as culturas do mundo, e reflete o poder e a força da conexão humana. Com mais de 145 países representados no LensCulture, em mais de 15 idiomas, estamos buscando novas perspectivas globais do retrato contemporâneo. Retratos de todas as partes do mundo podem ser inscritos. 6 vencedores e 25 finalistas serão selecionados.

Prazo Final: Segunda, 2 de Março, 2015

 

Inscrições no link :

https://www.lensculture.com/portrait-awards-2015

Mostra em SP joga luz sobre visão homoerótica de Pierre Verger

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Mais do que um fotógrafo etnográfico, que documentou os laços culturais entre a África e o Brasil pelo prisma da vida em Salvador, Pierre Verger construiu em sete décadas de trabalho uma visão única do corpo masculino.

Seu olhar sobre os homens, em especial os negros, tinha outra temperatura, como se sua lente fosse menos uma ferramenta voyeurística e mais um instrumento de afeto, ou quase de confissão do desejo. Verger, francês que se radicou em Salvador, morto aos 93, em 1996, foi um dândi parisiense que primeiro mergulhou na cultura africana no Bal Nègre, cabaré frequentado por imigrantes da África e do Caribe que foi um epicentro das vanguardas estéticas na cidade-luz nos anos 1920.

“Nos esbaldávamos na animalidade dos negros da rua Blomet, que pareciam histéricos em transe”, escreveu a feminista Simone de Beauvoir, sobre o auge da boate. “Meu coração batia mais rápido entre aqueles corpos em festa.” Uma mostra agora na galeria Marcelo Guarnieri, em São Paulo, resgata esse olhar homoerótico de Verger como um lado esquecido da obra do artista, revisitando imagens que estiveram no hoje clássico livro “O Mensageiro”, lançado primeiro em Paris, em 1993.

Nele, estava uma seleção do que seus organizadores, o casal Jean Loup Pivin e Pascal Martin Saint Leon, chamaram de “olhar amoroso” de Verger sobre o mundo.

“Ele não falava da homossexualidade em público, mas amava fotografar os homens com quem tinha pequenas aventuras”, conta Saint Leon, que foi amigo do artista.

“Verger se lembrava do nome de todos os homens que fotografou. Seu olhar não era o de um voyeur. Era íntimo, cheio de sensualidade. Cada foto era um momento de amor ou de felicidade.”

Na opinião de Saint Leon, que ao lado do namorado fundou nos anos 1990 a “Revue Noire”, uma revista e galeria de arte africana em Paris, a obra de Verger tomou outro rumo depois de sua mudança para Salvador, em 1946, que marcou o momento em que o artista passou a se identificar mais como um etnógrafo.

Verger, então quase esquecido em Paris, havia sido um dos maiores fotojornalistas do início do século 20, famoso por suas visões únicas.

Na tentativa de resgatar o olhar mais estetizante do fotógrafo, Pivin e Saint Leon montaram uma mostra em Paris com cerca de 200 imagens que pinçaram dos negativos do artista, uma seleção que julgavam traduzir seu desejo pelo corpo dos homens.

“Foi uma exposição autobiográfica. Ele foi redescoberto como fotógrafo ali”, diz Alex Baradel, responsável pelo acervo da Fundação Pierre Verger, em Salvador, e organizador da mostra paulistana.

“É uma visão sensual do homem. Seu interesse não era antropológico, era o tratamento do corpo masculino.”

BRUTOS ENDEUSADOS

Eder Chiodetto, crítico de fotografia, já enxergava esse viés na obra de Verger, mas ressalta que é uma leitura pouco usual de seu trabalho. “Isso é evidente, mas faltam pesquisadores para investigar isso a fundo”, afirma. “Ele tem um olhar para o corpo do negro que é um olhar de desejo.”

Sem saber da sexualidade de Verger e sua exaltação da beleza masculina, o artista Ivan Grilo destacou esse aspecto da obra quando exibiu uma cópia do livro “O Mensageiro” com o nome alterado para “Negros Gostosos” numa mostra há um ano no Centro Cultural São Paulo.

“Ele sabia valorizar bem o corpo. Eram homens comuns, brutos, mas retratados bem endeusados”, analisa Grilo. “E, pensando bem, só poderia ter tesão envolvido para o seu trabalho ficar tão bom.”

Jonathas de Andrade, outro artista contemporâneo, também vem refletindo sobre a linha tênue entre o olhar etnográfico e o erotismo. Numa mostra agora no Museu de Arte do Rio, ele criou cartazes com fotos de homens comuns posando de garotospropaganda do Museu do Homem do Nordeste, no Recife.

“Minha impressão é que Verger se lançou no transe que é atravessar esse povo e se apaixonar por ele”, diz Andrade. “Existe uma espontaneidade no dia a dia, um magnetismo. E isso pode ser lido como erotismo.”

EXPOSIÇÃO

A mostra de Pierre Verger abre neste sábado (28), na galeria Marcelo Guarnieri, na al. Lorena, 1.966, São Paulo. tel. (11) 30635410, de seg. a sex., das 10h às 19h; sáb., 10h às 17h; até 28/3, grátis.

 Documentário ” Um mensageiro entre dois mundos” sobre Pierre Verger com entrevista, apresentado por Gilberto Gil e participação de Mãe Estela, Jorge Amado, Zélia Gattai e outros.

http://www.youtube.com/watch?v=FyS53WkYyYI

1ª Semana de Arte Moderna em Belo Horizonte

1ª Semana de Arte Moderna em Belo Horizonte_2015
De 24 de fevereiro a 1º de março acontece a 1ª Semana de Arte Moderna em Belo Horizonte. Realizada pela Fundação Municipal de Cultura, por meio da Casa Kubitschek, o objetivo do evento é refletir sobre o movimento modernista brasileiro, dando enfoque especial às suas manifestações em Minas Gerais.
Ao longo do evento serão realizadas palestras, oficinas, intervenções nas exposições, espaços interativos e visitas temáticas. As inscrições para as palestras devem ser realizadas por meio do telefone (31) 3277-1586 ou pelo e-mail educativos.ck@pbh.gov.br. Haverá emissão de certificado online para os participantes das palestras.
De acordo com André Mascarenhas, gestor da Casa Kubitschek, a realização desta atividade foi uma proposta do setor educativo tendo em vista a comemoração da semana de arte moderna de 1922 em São Paulo.
Casa Kubitschek_Belo Horizonte_2015
“A Casa Kubitschek é um espaço voltado para pensar o modernismo e suas várias formas de manifestações e modos de viver, pensamos que esta iniciativa servirá para refletir e debater sobre tal movimento em Belo Horizonte e Minas Gerais”, explica Mascarenhas.
A Casa Kubitschek foi projetada em 1943 para ser residência de fim de semana do então prefeito de Belo Horizonte, Juscelino Kubitschek. A construção segue o mesmo estilo do Iate Tênis Clube, com telhado em asa-de-borboleta e planos inclinados, configurando tipologia característica da arquitetura modernista da década de 1950.
Com jardins e pomar de Burle Marx, a casa se mantém até hoje com o projeto original, uma vez que as reformas realizadas tiveram assistência direta do arquiteto Oscar Niemeyer, autor do projeto original.Abaixo, confira a programação completa:
Terça-feira (24/02)
10h às 12h : Abertura: Palestra com o Prof. Dr. Rodrigo Vivas Andrade (UFMG)
Tema: “Os salões de Arte Moderna em Belo Horizonte – de 1936 a 1944“. 
14h: Palestra com a Profª Dra. Regina Helena Alves da Silva (UFMG).
Tema: O modernismo no Brasil e em Belo Horizonte.
15h30h: Oficina de Caricatura.
Obs.: A Casa disponibilizará o material necessário.
Quarta-feira (25/02)
19h30: Cine Kubitschek – exibição do filme Macunaíma nos jardins da Casa.
Quinta-feira (26/02)
15h: Palestra-concerto com o Prof. Dr. Loque Arcanjo (UniBH).
Tema: Heitor Villa Lobos.
18h: Sarau Livre no Jardim
Sexta-feira (27/02)
10h: Palestra com a Profa. Dra. Alexandra Nascimento (UniBH).
Tema: O Modernismo na arquitetura. 
15h: Palestra com a Profa. Dra. Eneida Maria de Souza (UFMG).
Tema: “Modernidades tardias no Brasil“.
Sábado (28/02)
Às 11h, 14h e 15h30: Visita temática deve ser requisitada pelo visitante junto à recepção)
Domingo (01/03)
15h: Visita temática deve ser requisitada pelo visitante junto à recepção)
Publicado originalmente em Café com Notícias.

Livro aborda influência da cultura africana no vestuário do brasileiro

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Obra tem coedição da Fundação Biblioteca Nacional (FBN), em parceria com a Seppir, da Presidência da República

Resultado de uma herança que remonta à época colonial, a influência da cultura africana está presente nas cores e nos desenhos estampados no vestuário dos brasileiros. O tema é abordado, de forma inédita, no livro “O africano que existe em nós, brasileiros”, de autoria da designer de moda Julia Vidal, lançado nesta semana, no Rio de Janeiro.

A obra tem coedição da Fundação Biblioteca Nacional (FBN), em parceria com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) da Presidência da República.

Descendente de africanos, indígenas e europeus, Julia Vidal, graduada em comunicação visual pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), buscou no livro documentar a origem estética da identidade brasileira e mostrar como ela se materializou na moda.

“Busquei identificar formas e ritos que fazem parte do nosso cotidiano, a fim de identificar sua origem, se africana, indígena ou portuguesa. O resultado dessa mistura é uno, é brasileiro”, conta Julia

Segundo ela, a história da moda no Brasil, como um todo, ainda é pouco registrada em livros, e a contribuição africana menos ainda. “Tive dificuldades de encontrar fontes bibliográficas. Pesquisei em livros sobre simbologia, máscaras, ourivesaria”, admite a autora, que começou a atuar na moda em 2005, quando criou a grife afro-brasileira Balaco.

Enquanto fazia as pesquisas para o livro, Julia concebeu dez coleções, retratadas na obra, em que ela destaca a contribuição das diferentes etnias africanas que vieram para o Brasil na condição de escravos.

“Os africanos começaram a produzir sua própria roupa, a partir de matérias-primas locais, e com o tempo essa passa a ser a roupa não só do escravo, mas também a do colono”, explica. Ela ressalta, porém, que os trajes que constituem a identidade da moda afro-brasileira variam de acordo com a região.

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“Isto está relacionado com a origem étnica dos africanos trazidos para o Brasil. Na Bahia, por exemplo, a maior força da cultura iorubá se tornou a grande referência no vestuário, mas as nossas roupas são muito diferentes das africanas da mesma etnia. Aqui não temos aquelas mangas volumosas, as formas de amarrar os turbantes são diferentes”, explica a autora.

Embora focado na moda, ‘O africano que existe em nós, brasileiros’ aborda também as heranças étnicas na música, na culinária e na arte. As religiões de matriz africana, como o candomblé e a umbanda, também são tema da publicação.

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Artista especializada em Photoshop cria fotos divertidas com animais híbridos

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lguma vez você já imaginou como seria o cruzamento de um macaco com um gato? Ou de um hipopótamo com um ouriço? Certamente surreal, mas bem divertido. Essa brincadeira já faz parte da rotina da artista Sarah DeRemer, que usa suas habilidades em Photoshop para criar imagens de animais híbridos, misturando fotografias de duas espécies totalmente diferentes.

Sarah começou com a ideia para melhorar suas habilidades em Photoshop – e as imagens são uma prova de que ela alcançou seu objetivo. Para a artista, que gosta de criar misturas surpreendentes, mesclando imagens de animais ferozes com outros inofensivos, criar este tipo de híbrido é uma diversão. Para nós, meros observadores, é um enorme prazer.

Atualmente Sarah publica suas criações em sua página do Facebook e cria até algumas imagens por solicitação dos fãs. Confira o impressionante trabalho da artista:

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Mais de 3 milhões de livros grátis para tablets e smartphones

Google Play disponibiliza mais de 3 milhões de títulos entre obras nacionais e internacionais para download gratuito. Os livros podem ser baixados em tablets e smartphones que funcionem com sistema Android.

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O Google Play, loja online mantida pela Google para distribuições de aplicativos, jogos, filmes, música e livros, mantém uma coleção com mais de 3 milhões de livros grátis que podem ser baixados em smartphones e tablets que funcionem com o sistema operacional Android.

 Entre a lista de autores disponibilizados pela plataforma encontram-se Machado de Assis, Eça de Queirós, Gil Vicente, Camões e Camilo Castelo Branco. Além deles, o usuário também poderá encontrar traduções de Shakespeare, Júlio Verne e também dos irmãos Grimm, bem como obras importadas.

Para os usuários interessados que não possuem um dispositivo com sistema Android, existe a possibilidade de ler os livros adquiridos pela internet.

 Os principais livros podem ser encontrados na página de livros grátis do Google Play.

Artista cria retratos realistas de pessoas e animais em pilhas de livros usados

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Enquanto que muitos ilustradores colocam suas artes dentro de livros, Mike Stilkey prefere usá-los como tela. Chamadas por ele de “esculturas de livros”, as peças são formadas por diversos livros usados, que foram resgatados dos lixos de bibliotecas – por estarem velhos, duplicados ou desatualizados. Ao unir essas peças, ele tem a seu dispor uma bela tela, a qual preenche com sua arte.

Mike Stilkey cria belíssimos retratos de pessoas e animais antropomórficos, que tocam instrumentos musicais e se vestem com roupas “de gente”. As lombadas dos livros, com suas diferentes cores e inscrições, funcionam como um fundo perfeito para a pintura.

Veja o resultado logo abaixo:

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