{"id":1051,"date":"2011-06-30T16:46:54","date_gmt":"2011-06-30T18:46:54","guid":{"rendered":"http:\/\/bibliobelas.wordpress.com\/?p=1051"},"modified":"2011-06-30T16:46:54","modified_gmt":"2011-06-30T18:46:54","slug":"tarsila-e-o-brasil-dos-modernistas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/index.php\/2011\/06\/tarsila-e-o-brasil-dos-modernistas\/","title":{"rendered":"Tarsila e o Brasil dos Modernistas &#8211; Exposi\u00e7\u00e3o e cat\u00e1logo online"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Exposi\u00e7\u00e3o na Casa Fiat de Cultura \u00e9 prorrogada at\u00e9 22 de junho.<\/strong><\/p>\n<div id=\"texto_int\" style=\"text-align:justify;\"><strong><a href=\"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2011\/06\/abaporu50.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1053 alignleft\" title=\"ABAPORU50\" alt=\"\" src=\"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2011\/06\/abaporu50.jpg\" width=\"300\" height=\"350\" srcset=\"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2011\/06\/abaporu50.jpg 571w, https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2011\/06\/abaporu50-257x300.jpg 257w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><br \/>\n<\/strong><\/div>\n<p style=\"text-align:justify;\">Em 1924, ano dos mais f\u00e9rteis da carreira de Tarsila do Amaral, ela esteve, com o \u201cbando\u201d dos modernistas, em visita \u00e0s cidades hist\u00f3ricas de Minas Gerais. Muitos relatos dessa viagem ficaram registrados, como o de Pedro Nava em seu memorial e o de Carlos Drummond de Andrade, que se encontrou com os membros da \u201ccaravana paulista\u201d no Grande Hotel de Belo Horizonte, onde hoje se situa o Conjunto Arcangelo Maletta, na esquina da Rua da Bahia com a Avenida Augusto de Lima.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Essa viagem marcou a obra de Tarsila, como bem assinala o rico texto da curadora da exposi\u00e7\u00e3o, Regina Teixeira de Barros.<\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o nos faz pensar sobre a riqueza do imagin\u00e1rio que se construiu e que continua a ser constru\u00eddo sobre o nosso pa\u00eds, e n\u00e3o s\u00f3 o Brasil dos modernistas, ao longo dos 87 anos transcorridos desde aquela viagem.<\/p>\n<div>\n<div>\n<figure style=\"width: 198px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/commons.wikipedia.org\/wiki\/File:Tarsila_do_Amaral%2C_ca._1925.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"zemanta-img-inserted\" title=\"Retrato de Tarsila do Amaral\" alt=\"Retrato de Tarsila do Amaral\" src=\"http:\/\/upload.wikimedia.org\/wikipedia\/commons\/thumb\/f\/f6\/Tarsila_do_Amaral%2C_ca._1925.jpg\/300px-Tarsila_do_Amaral%2C_ca._1925.jpg\" width=\"198\" height=\"288\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">Retrato de Tarsila do Amaral (Photo credit: Wikipedia)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align:justify;\">Tarsila volta a Minas, agora como figura central dessa mostra de grandes artistas, t\u00e3o diferentes entre si e, ao mesmo tempo, igualmente empenhados na descoberta de um olhar para o Brasil, que \u00e9 um e \u00e9 tantos.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Jos\u00e9 Eduardo de Lima Pereira<\/strong><br \/>\nDiretor Presidente<\/p>\n<div style=\"text-align:justify;\"><strong>A exposi\u00e7\u00e3o<\/strong><\/div>\n<p style=\"text-align:justify;\">A exposi\u00e7\u00e3o Tarsila e o Brasil dos modernistas re\u00fane um conjunto de obras que apresentam vis\u00f5es singulares de paisagens, tradi\u00e7\u00f5es e tipos brasileiros. Tendo como ponto de partida a obra de Tarsila do Amaral (1886- 1973), os trabalhos selecionados procuram tra\u00e7ar um panorama de tentativas de representa\u00e7\u00e3o visual de um pa\u00eds territorialmente vasto e culturalmente heterog\u00eaneo como o Brasil. Esses trabalhos se reportam ao tempo e ao espa\u00e7o onde foram produzidos e ao entendimento que nossos artistas modernos tiveram da realidade \u00e0 sua volta.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><a href=\"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2011\/06\/tarsila-do-amaral-operarios.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1052\" title=\"tarsila-do-amaral-operarios\" alt=\"\" src=\"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2011\/06\/tarsila-do-amaral-operarios.jpg\" width=\"500\" height=\"369\" srcset=\"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2011\/06\/tarsila-do-amaral-operarios.jpg 593w, https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2011\/06\/tarsila-do-amaral-operarios-300x222.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Al\u00e9m de Tarsila, figuram na exposi\u00e7\u00e3o outros artistas que discutiram uma poss\u00edvel representa\u00e7\u00e3o da identidade brasileira de forma bastante expl\u00edcita e constante ao longo de suas trajet\u00f3rias, como Di Cavalcanti e Candido Portinari. Est\u00e3o inclusas tamb\u00e9m obras de artistas que se detiveram no tema em determinados per\u00edodos de suas carreiras, como C\u00edcero Dias, Lasar Segall, Vicente do Rego Monteiro e Victor Brecheret. A mostra apresenta ainda um terceiro grupo de artistas cujo conjunto da obra n\u00e3o \u00e9 necessariamente identificado \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de uma imagem iconogr\u00e1fica do e para o Brasil, mas que produziu trabalhos pontuais que tangenciam o tema, seja pela inclus\u00e3o de um contexto geogr\u00e1fico facilmente reconhec\u00edvel, seja pela curiosidade investigativa de h\u00e1bitos e tradi\u00e7\u00f5es locais. Entre esses, encontram-se Alberto da Veiga Guignard, Ismael Nery, Oswaldo Goeldi e Fl\u00e1vio de Carvalho.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Tarsila e o Brasil dos modernistas n\u00e3o pretende transformar estes \u00faltimos em artistas comprometidos com a produ\u00e7\u00e3o de cunho nacionalista nem menosprezar a hist\u00f3ria da arte hegem\u00f4nica, mas aproximar trabalhos espec\u00edficos que, interpretados sob certos \u00e2ngulos, podem vir a ampliar o debate em torno das representa\u00e7\u00f5es visuais simb\u00f3licas do pa\u00eds, tornando-o t\u00e3o complexo quanto a teia cultural em que est\u00e1 inserido.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><a href=\"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2011\/06\/tarsila-2-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-1054\" title=\"tarsila 2.2\" alt=\"\" src=\"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2011\/06\/tarsila-2-2.jpg\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2011\/06\/tarsila-2-2.jpg 300w, https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2011\/06\/tarsila-2-2-150x150.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>\u00c9 importante explicitar que esse recorte n\u00e3o tem inten\u00e7\u00e3o de examinar a produ\u00e7\u00e3o dos modernistas do ponto de vista de estilo, mas de tra\u00e7ar rela\u00e7\u00f5es tem\u00e1ticas a fim de tornar claras as semelhan\u00e7as e\/ou diferen\u00e7as em termos de op\u00e7\u00f5es de figura\u00e7\u00e3o de cunho metaf\u00f3rico. O agrupamento de trabalhos por tema facilita a an\u00e1lise da contribui\u00e7\u00e3o modernista para o debate em torno da produ\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica de um imagin\u00e1rio social na medida em que os temas se repetem com bastante frequ\u00eancia, ainda que sob formas diversificadas.<\/p>\n<p><strong>Regina Teixeira de Barros<\/strong><br \/>\nCuradora da exposi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Maiores informa\u00e7\u00f5es sobre a exposi\u00e7\u00e3o e visita\u00e7\u00e3o, acessar o site da <a href=\"http:\/\/www.casafiatdecultura.com.br\/exposicao.php?id=56\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Casa Fiat de Cultura<\/a>.<\/p>\n<p><big><strong>Consulte tamb\u00e9m o <a href=\"http:\/\/www.casafiatdecultura.com.br\/admin\/catalogos\/Cat_Tarsila_CFC.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">cat\u00e1lodo da exposi\u00e7\u00e3o<\/a>!<\/strong><\/big><\/p>\n<p>++++++++<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Veja tamb\u00e9m sobre a exposi\u00e7\u00e3o &#8220;Percurso afetivo &#8211; Tarsila&#8221; ocorrida em setembro e outubro de 2008 no Museu Oscar Niemewer e retrada em seu \u00a0peri\u00f3dico. Exposi\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m ocorrida no CCBB no Rio de Janeiro em 2012<\/p>\n<p style=\"text-align:center;\"><a style=\"color:#df0000;\" href=\"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/mon-em-revista-tarsila.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-3372 aligncenter\" alt=\"MON em revista - Tarsila\" src=\"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/mon-em-revista-tarsila.jpg\" width=\"406\" height=\"498\" srcset=\"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/mon-em-revista-tarsila.jpg 406w, https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/mon-em-revista-tarsila-245x300.jpg 245w\" sizes=\"auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Exposi\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m ocorrida no CCBB no Rio de Janeiro em 2012 :<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Tarsila do Amaral - exposi\u00e7\u00e3o no CCBB\" width=\"474\" height=\"267\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/HhFyHMSGm8c?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>[youtube=http:\/\/www.youtube.com\/watch?v=tLtf9JNkqco]<\/p>\n<p>++++++++<\/p>\n<p><span style=\"color:#ff0000;\"><strong style=\"color:inherit;text-align:justify;line-height:1.7;\"><span style=\"text-decoration:underline;\">E n\u00e3o deixe tamb\u00e9m de consultar na Biblioteca da Escola de Belas Artes, obras dispon\u00edveis sobre Tarsila do Amaral.<\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Segue alguns exemplos:<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">AMARAL, Aracy A; SALZSTEIN, S\u00f4nia. <strong>Tarsila<\/strong>: anos 20. S\u00e3o Paulo: SESI, 1997 157 p.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">AMARAL, Tarsila do; SATURNI, Maria Eug\u00eania. <strong>Tarsila<\/strong>: cat\u00e1logo raisonn\u00e9 Tarsila do Amaral = Catalogue raisonn\u00e9. [S\u00e3o Paulo]: Base 7 Projetos Culturais, Pinacoteca do Estado de S\u00e3o Paulo, 2008. 3 v. + 1 CD-ROM (4 3\/4 in.)<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">\u00a0AMARAL, Tarsila do; AMARAL, Aracy A. <strong>Tarsila cronista<\/strong>. S\u00e3o Paulo: EDUSP, 2001. 241p.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">\u00a0AMARAL, Tarsila do; AMARAL, Aracy A. <strong>Tarsila do Amaral<\/strong>. [S.I.]: Funda\u00e7\u00e3o Finambras, [19&#8211;] 62p.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">\u00a0GOTLIB, Nadia Batella. <strong>Tarsila do Amaral<\/strong>: a modernista. 2. ed. rev. S\u00e3o Paulo: Ed. SENAC, 2000. 213p.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">\u00a0AMARAL, Aracy A. <strong>Tarsila<\/strong>: sua obra e seu tempo.\u00a0\u00a0 3. ed. rev. e ampl. S\u00e3o Paulo: Ed. 34: EDUSP, 2003. 509 p.\u00a0\u00a0\u00a0 ISBN 8573262664 (broch.).<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">\u00a05\u00a0 MESTRES\u00a0 brasileiros : pintores construtivistas ; Tarsila, Volpi, Dacosta, Ferrari, Valentim.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Rio de Janeiro: Kosmos, 1977. 174p.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Exposi\u00e7\u00e3o na Casa Fiat de Cultura \u00e9 prorrogada at\u00e9 22 de junho. Em 1924, ano dos mais f\u00e9rteis da carreira de Tarsila do Amaral, ela esteve, com o \u201cbando\u201d dos modernistas, em visita \u00e0s cidades hist\u00f3ricas de Minas Gerais. 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