{"id":1563,"date":"2011-09-19T21:51:09","date_gmt":"2011-09-19T23:51:09","guid":{"rendered":"http:\/\/bibliobelas.wordpress.com\/?p=1563"},"modified":"2011-09-19T21:51:09","modified_gmt":"2011-09-19T23:51:09","slug":"flertes-entre-moda-e-arquitetura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/index.php\/2011\/09\/flertes-entre-moda-e-arquitetura\/","title":{"rendered":"Flertes entre moda e arquitetura"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align:justify;\">Nascido nos anos 20, o art d\u00e9co trouxe ares de modernidade para as ornamenta\u00e7\u00f5es arquitet\u00f4nicas de BH. Muitas d\u00e9cadas depois \u00e9 a vez do tra\u00e7ado figurar como uma das macrotend\u00eancias para o ver\u00e3o 2012<\/p>\n<h5 style=\"text-align:right;\"><strong>Publicado no <\/strong><a href=\"http:\/\/www.otempo.com.br\/otempo\/noticias\/?IdNoticia=181208\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Jornal OTEMPO<\/strong><\/a><strong> em 04\/09\/2011<\/strong><\/h5>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>MARIANA LAGE<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/foto1_02092011173559.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright\" title=\"foto1_02092011173559\" src=\"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/foto1_02092011173559.jpg\" alt=\"\" width=\"207\" height=\"337\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">A cada nova esta\u00e7\u00e3o, estilistas e suas equipes v\u00e3o em busca de inspira\u00e7\u00e3o em diferentes \u00e9pocas do passado. Refer\u00eancias se proliferam a cada seis meses alimentando o p\u00fablico com pitadas de estilos que habitaram as cabe\u00e7as de artistas e fizeram hist\u00f3ria, desde os tempos mais remotos (Gr\u00e9cia e Roma antigos) e imemoriais (arte rupestre) ao pret\u00e9rito mais recente, como o s\u00e9culo XX e suas vanguardas art\u00edsticas.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Este ver\u00e3o parece ser a vez de resgatar um pouco do estilo arquitet\u00f4nico das d\u00e9cadas de 1930 a 1950, que influenciaram fachadas de pr\u00e9dios e palacetes ao longo de toda a paisagem belo-horizontina, al\u00e9m de outras cidades como Rio de Janeiro, Nova York, Miami e Paris. As linhas modernistas do art d\u00e9co saem das constru\u00e7\u00f5es e estruturam cole\u00e7\u00f5es de primavera\/ver\u00e3o 2012 de marcas brasileiras como Barbara Bela, Patachou, Acquastudio e Priscilla Darolt.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Segundo o arquiteto e professor da Universidade Federal de Minas Gerais, Leonardo Castriota, a arquitetura predominante desse per\u00edodo recebia originariamente o nome de estilo moderno. &#8220;O termo veio da Exposi\u00e7\u00e3o Internacional de Artes Decorativas de Paris (de 1925) e foi o primeiro estilo que procurou fazer a aproxima\u00e7\u00e3o entre arte e ind\u00fastria&#8221;. O tra\u00e7o principal do d\u00e9co est\u00e1 no vi\u00e9s extremamente moderno e, segundo Castriota, pode ser identificado com mais clareza na ornamenta\u00e7\u00e3o, essencialmente geom\u00e9trica. &#8220;O d\u00e9co cria uma nova linguagem ornamental e trabalha muito com a ideia de industrializa\u00e7\u00e3o&#8221;. Uma modernidade imaginada que exalava tanto no estilo quanto na mentalidade daqueles que viveram esses anos entre 1930 e 1950, evidenciados no seriado norte-americano Flash Gordon e no frenesi aristocr\u00e1tico com os primeiros dirig\u00edveis.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">&#8220;Hoje, o moderno ficou muito associado ao estilo \u00e0 l\u00e1 Niemeyer. Para se ter uma ideia dessas diferen\u00e7as de dire\u00e7\u00f5es, existem duas igrejas em Belo Horizonte do mesmo per\u00edodo, os anos 40. Uma \u00e9 a Igreja de S\u00e3o Francisco de Assis, de Oscar Niemeyer, na Pampulha, e a S\u00e3o Francisco de Chagas, no Carlos Prates&#8221;, exemplifica. &#8220;O estilo d\u00e9co n\u00e3o \u00e9 a concep\u00e7\u00e3o de modernidade que prevaleceu e durante muito tempo foi considerada arquitetura de segunda. Inclusive, ocorreu na cidade um processo de demoli\u00e7\u00e3o massiva. Contudo, a partir dos anos 90, o estilo voltou a ser valorizado e os exemplares, recuperados&#8221;, complementa.<\/p>\n<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-1563 gallery-columns-3 gallery-size-thumbnail'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/foto1_02092011173559.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/foto1_02092011173559-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" aria-describedby=\"gallery-1-1565\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-1565'>\n\t\t\t\tFoto: Paulo Laborne \/ Divulga\u00e7\u00e3o\n\t\t\t\t<\/figcaption><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/foto_galeria_02092011172223.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/foto_galeria_02092011172223-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/foto_galeria_02092011172319.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/foto_galeria_02092011172319-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/foto_galeria_02092011172510.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/foto_galeria_02092011172510-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/foto_galeria_02092011172643.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/foto_galeria_02092011172643-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/foto_galeria_020920111725541.jpg'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2011\/09\/foto_galeria_020920111725541-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Inspira\u00e7\u00e3o para todos os gostos e estilos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Para a elabora\u00e7\u00e3o de sua nova cole\u00e7\u00e3o, a estilista Juliana Bocchese, da B\u00e1rbara Bela, iniciou a pesquisa a partir da busca de novos tecidos. &#8220;Estava doida para mudar a cara da cole\u00e7\u00e3o e acabei descobrindo o organza plissado&#8221;, explica. Como o tecido \u00e9 bastante geom\u00e9trico e d\u00e1 um caimento mais solto no corpo, explica a estilista, a influ\u00eancia do estilo art d\u00e9co veio como uma etapa natural no processo criativo. &#8220;As coisas surgiram naturalmente e at\u00e9 por for\u00e7as da conting\u00eancia&#8221;, conta. A partir dos geometrismos e da silhueta mais livre, foi apenas uma quest\u00e3o de tempo para Juliana rememorar a \u00e9poca em que as mulheres se libertaram dos espartilhos e as roupas perderam a rigidez.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Na cole\u00e7\u00e3o de Priscilla Darolt, o d\u00e9co surgiu atrav\u00e9s do resgate dos loucos anos 20 e do visual da dan\u00e7arina Josephine Baker. Com cores mais fechadas, como preto-fosco, cinza e amarelo-claro, as constru\u00e7\u00f5es da cole\u00e7\u00e3o vem em formas simples, retas e alongadas.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">J\u00e1 a grife Patachou escolheu o edif\u00edcio Biarritz, da capital carioca, para desenvolver sua proposta. Constru\u00eddo na d\u00e9cada de 40, o pr\u00e9dio alia o glamour do art d\u00e9co franc\u00eas ao tropicalismo da praia do Flamengo. Mais colorido do que as formas arquitet\u00f4nicas vistas por aqui, o Biarritz traz tamb\u00e9m o mesmo rigor geom\u00e9trico e a suntuosidade nos materiais como metais nobres, m\u00e1rmore e madeira de lei. Na cole\u00e7\u00e3o, tais materiais aparecem na forma de sedas, cetim, renda e tecidos com piqu\u00ea e casa de abelha, dando textura e relevo \u00e0s estampas.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Destacada por especialistas como uma cole\u00e7\u00e3o cubista, a Acquastudio apostou no forte geometrismo e em pe\u00e7as estruturadas. Trap\u00e9zio e losangos surgiram tamb\u00e9m em tecidos mais esvoa\u00e7antes. Contudo, as formas mais curvas do d\u00e9co ficaram de fora. Na \u00e9poca do desfile, Gl\u00f3ria Kalil considerou que a estilista da marca, Esther Bauman, errou a m\u00e3o e n\u00e3o fez jus as formas harmoniosas do per\u00edodo \u00e1ureo moderno. <strong>(ML)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Reconhe\u00e7a o estilo nas ruas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Quer conhecer pessoalmente as linhas que caracterizam o estilo art d\u00e9co? Fa\u00e7a um tour pela cidade!<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Cine Brasil (Pra\u00e7a Sete)<\/strong><br \/>\nConstru\u00eddo em 1931, o pr\u00e9dio se apresenta como um transatl\u00e2ntico atracado na pra\u00e7a. Com suas linhas e curvas futuristas, o Cine Theatro foi precursor dos primeiros arranha-c\u00e9us na cidade.<\/p>\n<p><strong>Pirulito (Pra\u00e7a Sete)<\/strong><strong><br \/>\n<\/strong>O obelisco em Homenagem ao Centen\u00e1rio da Independ\u00eancia foi inaugurado em 1924 e faz parte do conjunto de pr\u00e9dios com ares modernistas na Avenida Afonso Pena.<\/p>\n<p><strong>Edif\u00edcio Acaiaca (Avenida Afonso Pena, 867)<\/strong><br \/>\nInaugurado em 1943, o edif\u00edcio traz dois rostos ind\u00edgenas com tra\u00e7os astecas, outra influ\u00eancia forte no estilo art d\u00e9co. L\u00e1 j\u00e1 foi um grande centro comercial de BH.<\/p>\n<p><strong>Edif\u00edcio Sulam\u00e9rica e Sulacap<\/strong><strong><br \/>\n<\/strong>Conclu\u00eddos em 1947, as constru\u00e7\u00f5es faziam um &#8220;jogo urban\u00edstico&#8221; com o Viaduto de Santa Tereza. Hoje, a vis\u00e3o foi comprometida por in\u00fameras descaracteriza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Viaduto Santa Tereza (Regi\u00e3o Central)<\/strong><br \/>\nDe 1929, o viaduto foi projetado pelo engenheiro modernista Em\u00edlio Baumgart.<\/p>\n<p><strong>Ed. Chagas D\u00f3ria (Rua Sapuca\u00ed, 571)<\/strong><br \/>\nAtual Funda\u00e7\u00e3o Municipal de Cultura, o pr\u00e9dio foi constru\u00eddo nos anos 30 e tombado pelo Instituto Estadual do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico do Estado em 1988.<\/p>\n<p><strong>Prefeitura Municipal (Avenida Afonso Pena, 1212)<\/strong><br \/>\nCom projeto de Lu\u00eds Signorelli, a constru\u00e7\u00e3o da prefeitura foi realizada em 1935.<\/p>\n<p><strong>Palacete Dantas (Pra\u00e7a da Liberdade, 317)<\/strong><br \/>\nDe 1916, o palacete j\u00e1 abrigou durante anos a Secretaria de Estado de Cultura.<\/p>\n<p><strong>Minas T\u00eanis Clube (Rua da Bahia, 2244)<\/strong><strong><br \/>\n<\/strong>A sede social do clube foi inaugurada em 1939.<\/p>\n<p><strong>Col\u00e9gio Izabela Hendrix (Rua Esp\u00edrito Santo, 2055)<\/strong><br \/>\nNa entrada do edif\u00edcio, h\u00e1 a inscri\u00e7\u00e3o do ano em que foi conclu\u00eddo: 1940. Elementos art dec\u00f3 est\u00e3o presentes na sua fachada e internamente.<\/p>\n<p><strong>Palacete Jeha (Avenida Brasil, 1433)<\/strong><br \/>\nDe 1934, a constru\u00e7\u00e3o \u00e9 um dos exemplares mais bem conservados do estilo d\u00e9co remanescentes na cidade. Hoje, abriga um escrit\u00f3rio de advocacia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nascido nos anos 20, o art d\u00e9co trouxe ares de modernidade para as ornamenta\u00e7\u00f5es arquitet\u00f4nicas de BH. 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