{"id":2142,"date":"2012-04-09T13:40:02","date_gmt":"2012-04-09T15:40:02","guid":{"rendered":"http:\/\/bibliobelas.wordpress.com\/?p=2142"},"modified":"2012-04-09T13:40:02","modified_gmt":"2012-04-09T15:40:02","slug":"lancamento-do-livro-pesquisa-guignard-convite","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/index.php\/2012\/04\/lancamento-do-livro-pesquisa-guignard-convite\/","title":{"rendered":"Lan\u00e7amento do Livro Pesquisa Guignard &#8211; Convite"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/noname.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2143\" title=\"noname\" src=\"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/noname.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"477\" srcset=\"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/noname.jpg 900w, https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/noname-300x286.jpg 300w, https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/noname-768x733.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">+++++++++++++++++<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><strong>Guignard sob luz especial : Livro revela metodologia de pesquisa abrangente sobre obra do pintor, realizada pelo Cecor\/EBA e grupos da Fafich e do ICEx<\/strong><\/p>\n<div id=\"gallery\">\n<table width=\"500\" border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>Augusto Lacerda<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><a title=\"Claudina Moresi e Anamaria Ruegger: metodologia alia an\u00e1lises t\u00e9cnicas e depoimentos\" href=\"https:\/\/www.ufmg.br\/boletim\/bol1770\/img\/claudina_anamaria.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/boletim\/bol1770\/img\/th_claudina_anamaria.jpg\" alt=\"Claudina Moresi e Anamaria Ruegger: metodologia alia an\u00e1lises t\u00e9cnicas e depoimentos\" width=\"500\" height=\"254\" \/><\/a><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Claudina Moresi e Anamaria Ruegger: metodologia alia an\u00e1lises t\u00e9cnicas e depoimentos<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/div>\n<p style=\"text-align:justify;\">Itamar Rigueira Jr.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">A obra de um dos maiores pintores brasileiros ganhou estudo completo e profundo na UFMG. Meio s\u00e9culo depois de sua morte, Alberto da Veiga Guignard (1896-1962) \u00e9 tema de livro produzido pelo Centro de Conserva\u00e7\u00e3o e Restaura\u00e7\u00e3o de Bens Culturais M\u00f3veis (Cecor), da Escola de Belas-Artes. Pesquisa Guignard, que ser\u00e1 lan\u00e7ado esta semana, \u00e9 resultado de cerca de dez anos de pesquisa sobre 62 obras do pintor.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Organizado pela professora Anamaria Ruegger Almeida Neves e pela qu\u00edmica Claudina Maria Dutra Moresi, o livro junta \u00e0s an\u00e1lises t\u00e9cnicas \u2013 que definem uso de materiais (tintas e suportes), cores, pinceladas etc. \u2013 um levantamento bibliogr\u00e1fico, contextualiza\u00e7\u00e3o feita pela historiadora da arte Ivone Luzia Vieira e informa\u00e7\u00f5es extra\u00eddas de entrevistas com ex-alunos, colecionadores, estudiosos e retratados.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">\u201cA escolha de Guignard se deve a sua import\u00e2ncia como artista no Brasil e, em particular, em Minas Gerais, mas tamb\u00e9m a seu trabalho como professor\u201d, justifica Anamaria Ruegger, lembrando que ele formou gera\u00e7\u00f5es de artistas, com metodologia pr\u00f3pria de ensino. Claudina Moresi ressalta a import\u00e2ncia do pintor no contexto do Modernismo e a necessidade de estudo sistem\u00e1tico de sua obra. \u201cEsse g\u00eanero de trabalho, consolidado no exterior, ainda \u00e9 novo no Brasil, onde h\u00e1 poucas iniciativas de cataloga\u00e7\u00e3o de obras.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">A equipe da UFMG desenvolveu e revela metodologia para se conhecer uma obra de artista, que poder\u00e1 ser \u00fatil at\u00e9 para dirimir d\u00favidas sobre a autenticidade das obras \u2013 especialmente no caso de Guignard, alvo de controv\u00e9rsias envolvendo autoria. De acordo com Anamaria Ruegger, o grupo estudou mais obras, mas o livro s\u00f3 contempla as que tiveram sua autenticidade comprovada.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">\u201cO exame de algumas pe\u00e7as trouxe d\u00favidas. O que nos deu seguran\u00e7a foi aliar aos exames depoimentos de alunos e parentes de personalidades retratadas, hist\u00f3rias contadas por propriet\u00e1rios, fotografias de Guignard trabalhando, entre outros documentos\u201d, salienta a pesquisadora. As entrevistas foram colhidas pelo N\u00facleo de Hist\u00f3ria Oral da Fafich.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Outro parceiro importante foi o Departamento de Ci\u00eancia da Computa\u00e7\u00e3o, respons\u00e1vel pela informatiza\u00e7\u00e3o dos dados gestuais e iconogr\u00e1ficos e pela preserva\u00e7\u00e3o digital.<\/p>\n<h3 style=\"text-align:justify;\"><span style=\"color:#ff0000;\">Precis\u00e3o para pintar<\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align:justify;\">A maior parte das obras estudadas pelo Cecor integra cole\u00e7\u00f5es particulares e foi analisada no laborat\u00f3rio, localizado na Escola de Belas-Artes. Para o estudo daquelas que pertencem ao Museu Casa Guignard, os t\u00e9cnicos se deslocaram at\u00e9 Ouro Preto. O Cecor analisou pinturas sobre tela, madeira maci\u00e7a e compensada, papel\u00e3o e desenho sobre papel. Algumas obras em tela e madeira come\u00e7aram a ser preparadas com alunos \u2013 o livro revela manuscritos de aula, que cont\u00eam informa\u00e7\u00f5es sobre materiais.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">A pesquisa descobriu como Guignard usou as cores e os pinc\u00e9is, por meio da tentativa incans\u00e1vel de repeti\u00e7\u00e3o de combina\u00e7\u00f5es de tintas e gestos com os instrumentos. E concluiu que ele foi um pintor preciso, que pensava muito para fazer suas escolhas. \u201cDiferentemente do que ainda se acredita, Guignard criava com inten\u00e7\u00f5es bem definidas, \u00e9 poss\u00edvel garantir que uma imagem que parece borrada \u00e9 intencional. Ele tinha pleno dom\u00ednio sobre o que queria e o que fazia\u201d, afirma Anamaria.<\/p>\n<h3 style=\"text-align:justify;\"><span style=\"color:#ff0000;\">Dilui\u00e7\u00e3o e incis\u00f5es<\/span><\/h3>\n<figure id=\"attachment_2159\" aria-describedby=\"caption-attachment-2159\" style=\"width: 223px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/guignard.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-2159\" title=\"GUIGNARD\" src=\"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/guignard.jpg?w=223\" alt=\"\" width=\"223\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/guignard.jpg 519w, https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/2012\/04\/guignard-224x300.jpg 224w\" sizes=\"auto, (max-width: 223px) 100vw, 223px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2159\" class=\"wp-caption-text\">Paisagem imagin\u00e1ria foi analisado por v\u00e1rios tipos de luzes especiais<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align:justify;\">Um dos quadros mais estudados pela equipe do Cecor \u00e9 Paisagem imagin\u00e1ria (Noite de S\u00e3o Jo\u00e3o), de 1961, pertencente \u00e0 cole\u00e7\u00e3o do Museu de Arte da Pampulha, muito representativa da fase mineira de Guignard. Em bom estado de conserva\u00e7\u00e3o, o quadro (\u00f3leo sobre tela, 61cm x 46cm) foi analisado por diversos tipos de luzes especiais.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">A luz rasante (de fonte paralela \u00e0 tela) apontou relevos do suporte e da tinta, neste caso mais do suporte, j\u00e1 que o pintor usou tinta muito dilu\u00edda. A luz transversa, que incide por tr\u00e1s, revelou as \u00e1reas de maior massa (quantidade de tinta). A luz ultravioleta, que encontra os pigmentos fluorescentes, mostrou que Guignard usou o vermelho e amarelo de c\u00e1dmio nessa tela. A luz monocrom\u00e1tica e o filme infravermelho deixaram perceber as linhas do desenho. Por fim, a radiografia identificou pigmentos: os elementos qu\u00edmicos mais pesados aparecem na cor branca, e os mais leves em tons de cinza. Nos quadros que usam a madeira como suporte, as an\u00e1lises revelam tamb\u00e9m incis\u00f5es feitas pelo artista, como em Cristo no jardim das oliveiras, em que esse artif\u00edcio acentua o sofrimento nos tra\u00e7os do rosto.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Outra etapa do estudo das obras envolve remo\u00e7\u00e3o com bisturi, de um local discreto, de microamostras do quadro, com \u00e1rea de 1 a 2 mil\u00edmetros quadrados. Isso permite identificar os pigmentos e os aglutinantes (\u00f3leo ou t\u00eampera, por exemplo) que formam a tinta. \u201cNo caso de Paisagem imagin\u00e1ria, a observa\u00e7\u00e3o no microsc\u00f3pio (aumento de 10 a 200 vezes) deixou claro que Guignard usou uma camada de branco como prepara\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o o cinza, e por fim as tintas coloridas. Depoimentos de alunos confirmaram que ele usava a t\u00e9cnica caracterizada por \u2018sujar\u2019 a tela de cinza, que altera o efeito das cores\u201d, revela Claudina Moresi.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Ela conta ainda que os pesquisadores encontraram em duas obras \u2013 os retratos de Cec\u00edlia Meireles, sobre madeira maci\u00e7a, e de Ismael Nery, em papel\u00e3o \u2013 carimbos que provavelmente s\u00e3o marcas da empresa que vendeu o material ao pintor. Outra curiosidade est\u00e1 ligada \u00e0 descoberta de altera\u00e7\u00f5es realizadas pelo artista durante o processo criativo. No quadro Fantasia, os exames com luzes especiais revelam vest\u00edgios da localiza\u00e7\u00e3o anterior de uma das torres da igreja. \u201cAlgumas dessas altera\u00e7\u00f5es s\u00e3o percebidas a olho nu por quem tem mais treino\u201d, diz Claudina. O trabalho mostrou mais sobre uma caracter\u00edstica de Guignard: suas assinaturas, geralmente coloridas, n\u00e3o raro s\u00e3o localizadas de forma a integrar a composi\u00e7\u00e3o da pintura.<\/p>\n<h3 style=\"text-align:justify;\"><span style=\"color:#ff0000;\">Fugaz e eterno<\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align:justify;\">Modernista por excel\u00eancia, Alberto da Veiga Guignard personificou a teoria de Charles Baudelaire sobre o artista que alia o fugaz (o moderno) ao eterno (a tradi\u00e7\u00e3o), segundo a pesquisadora Ivone Luzia Vieira, professora aposentada da UFMG e autora de cap\u00edtulo em Pesquisa Guignard sobre a rela\u00e7\u00e3o do pintor com a Modernidade.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">\u201cEm diversas de suas obras, Guignard trabalha muito bem a busca por um determinado estilo, de uma dada \u00e9poca, para modernizar aquela forma. Se em suas primeiras exposi\u00e7\u00f5es os casarios coloniais aparecem pr\u00f3ximos ao observador, na sua fase mineira ele afasta esse casario, quebrando a ilus\u00e3o de espa\u00e7o da perspectiva renascentista, e verticalizando o quadro. Ele mostra a sucess\u00e3o de montanhas, por exemplo, n\u00e3o no sentido de profundidade, mas quase chegando \u00e0 superf\u00edcie pict\u00f3rica\u201d, explica Ivone Luzia.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">A pesquisadora conta que Guignard estudou muito as flores, as quais pintou sobre fundos de paisagens surreais e distantes. Ainda de acordo com Ivone, ele foi um grande retratista, seguindo caracter\u00edsticas modernas: rostos sem volume, roupas lisas, fazendo a express\u00e3o concentrar-se nos olhos e na boca.<\/p>\n<div style=\"text-align:justify;\">\n<h4><span style=\"color:#ff0000;\">O fluminense que \u2018reinventou\u2019 Ouro Preto<\/span><\/h4>\n<p>Nascido em Nova Friburgo (RJ), Guignard viveu por mais de 20 anos na Europa. Iniciou sua forma\u00e7\u00e3o art\u00edstica na Real Academia de Belas Artes de Munique e travou contato intenso com pintores modernos e suas obras. Estabeleceu-se, ent\u00e3o, no Rio de Janeiro, como artista e professor \u2013 que baseava sua atua\u00e7\u00e3o mais em exemplos, gestos e express\u00f5es que em palavras.<\/p>\n<p>Em 1944, convidado pelo prefeito Juscelino Kubitschek, mudou-se para Belo Horizonte para ministrar o Curso Livre de Desenho e Pintura, no Parque Municipal. A \u201cEscolinha do Parque\u201d, segundo informa\u00e7\u00f5es do livro Pesquisa Guignard, mudou a maneira de se ensinar artes pl\u00e1sticas na cidade e formou grandes nomes da arte brasileira. Em sua passagem por Minas, Guignard tornou-se \u201co grande pintor de Ouro Preto, reinventando a cidade, suas montanhas e igrejas nas obras que produziu\u201d, de acordo com a publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ivone Vieira lembra, ainda, que Guignard levava seus alunos para aulas na cidade, andava muito e instalava seu cavelete na rua, escolhendo recortes de janelas e igrejas. \u201cEle se apaixonou por Ouro Preto, que chamou de \u2018cidade amor-inspira\u00e7\u00e3o\u2019\u201d, ressalta a professora, doutora pela Escola de Comunica\u00e7\u00e3o e Artes da USP e ex-docente de arte na Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o para alunos de licenciatura. Em Belo Horizonte, segundo ela, Guignard n\u00e3o mirou a paisagem arquitet\u00f4nica, preferindo as montanhas, a Lagoa da Pampulha e o Parque Municipal.<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align:justify;\"><span style=\"color:#ff0000;\">+++++++++++++++<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Livro: <strong>Pesquisa Guignard<\/strong><br \/>\nOrganizadoras: Claudina Maria Dutra Moresi e Anamaria Ruegger Almeida Neves<br \/>\nEditado pela <strong>Escola de Belas-Artes da UFMG<\/strong><br \/>\n200 p\u00e1ginas \/ distribui\u00e7\u00e3o dirigida<br \/>\nLan\u00e7amento: 12 de abril, \u00e0s 19h, no Conservat\u00f3rio UFMG (avenida Afonso Pena, 1534)<br \/>\nApoios: entre outros parceiros, a pesquisa sobre Guignard contou com recursos da Pr\u00f3-reitoria de Pesquisa da UFMG, CNPq, Fapemig e Fundep<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><span style=\"color:#ff0000;\">+++++++++++++++<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">Consulte tamb\u00e9m na Biblioteca da Escola de Belas Artes os livros sobre Guignard.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\"><em>Sugest\u00f5es:<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">GUIGNARD. Alberto da Veiga Guignard : 1896-1962. Rio de Janeiro: Pinakotheke Cultural, 2005. 204p.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">SANTA ROSA, Nereide Schilaro. <strong>Alberto da Veiga Guignard<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Moderna, 2000. 31 p. (Mestres das artes no Brasil)<\/p>\n<p style=\"text-align:justify;\">MORAIS, Frederico. <strong>Alberto da Veiga Guignard<\/strong>. [S.l.]: Monteiro Soares Editores e Livreiros, 1979 (Rio de Janeiro: Graf. Borrelli) 185p.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>+++++++++++++++++ Guignard sob luz especial : Livro revela metodologia de pesquisa abrangente sobre obra do pintor, realizada pelo Cecor\/EBA e grupos da Fafich e do ICEx Augusto Lacerda Claudina Moresi e Anamaria Ruegger: metodologia alia an\u00e1lises t\u00e9cnicas e depoimentos Itamar Rigueira Jr. A obra de um dos maiores pintores brasileiros ganhou estudo completo e profundo &hellip; <a href=\"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/index.php\/2012\/04\/lancamento-do-livro-pesquisa-guignard-convite\/\" class=\"more-link\">Continue lendo <span class=\"screen-reader-text\">Lan\u00e7amento do Livro Pesquisa Guignard &#8211; Convite<\/span> <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[20,30],"class_list":["post-2142","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-postagens","tag-artes-literatura","tag-artistas-individuais"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2142","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2142"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2142\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2142"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2142"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bibliobelas.eba.ufmg.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2142"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}